o meu presente
"A vida não vem embrulhada com um laço, mas ainda assim é um presente." (Regina Brett)
18.6.13
d169
17.6.13
d162 - d168
10.6.13
d159 & d160 & d161
Após dois dias de férias de mesa, de leitura, de convívio e de passeios hoje começaram as férias de praia, de sol e de amor.
7.6.13
6.6.13
d157
5.6.13
d156 - parte III
d156
4.6.13
d155
Já passaram quase duas semanas desde que fomos ao concerto da Ana Moura no Museu do Oriente e finalmente hoje vou escrever sobre este serão.
O ambiente estava muito acolhedor, a sala é pequena e estava cheia. A voz da Ana Moura ao vivo é tão fantástica como nas gravações, não desilude nada, muito pelo contrário, é muito poderosa e natural.
Emocionei-me com diversas músicas, talvez por estar a ouvir fado e ser uma verdadeira portuguesa "piegas", talvez porque os tempos não estão fáceis e quase que basta ver o Doctor House a "judiar" com os pacientes para "ir à lágrima".
A música que estou a ouvir hoje em modo "repeat" chama-se "Fado Alado", cujo poema é do Pedro Abrunhosa (creio que a música também é dele).
É uma música linda, muito portuguesa, que fala de nós, do nosso país, do nosso fado, do nosso modo de amar, do comboio que cada um de nós é, das mercadorias que transportamos na vida e das paragens que fazemos em cada pessoa com quem nos relacionamos.
~ Fado Alado ~
Vou de Lisboa a S. Bento,
Trago o teu mundo por dentro
No lenço que tu me deste.
Vou do Algarve ao Nordeste,
Trago o teu beijo bordado,
Sou um Comboio de Fado
Levo um Amor encantado,
Sou um Comboio de gente.
Sou o chão do Alentejo,
De ferro é o meu beijo,
Tão quente como a Liberdade,
E se não trago saudade
É porque vives deitado
Num Amor que não está parado,
Sou um Comboio de Fado,
Sou um Comboio de gente.
Não há Amor com mais tamanho,
Que este Amor por ti eu tenho,
Voo de pássaro redondo,
Que não aporta no beiral.
Não há Amor que mais me leve,
Que aquele em que se escreve,
Ai... Lume brando, Paz e fogo,
Luz final.
Desço do Porto ao Rossio,
Levo o abraço do rio,
Douro amante do Tejo,
Nos ecos dum realejo,
Chora minha guitarra,
Trazes-me a Paz da cigarra,
Num desencontro encontrado,
Sou um Comboio de Fado.
Se for morrer a Coimbra,
Traz-me da Luz a penumbra,
Do Amor que nunca se fez,
Corre-me o sangue de Inês,
Mostra-me um sonho acordado,
Somos um Povo alado,
Um Povo que vive no Fado
A Alma de ser diferente.
Não há Amor com mais tamanho,
Que este Amor por ti eu tenho,
Voo de pássaro redondo,
Que não aporta no beiral.
Não há Amor que mais me leve,
Que aquele em que se escreve,
Ai... Lume brando, Paz e fogo,
Luz final.
{Pedro Abrunhosa}
3.6.13
d154
2.6.13
1.6.13
d152
O Bonzé voltou para casa, fomos à praia, a prancha de paddel surf foi estreada pela criança {hoje é o dia delas}, passeou-se junto ao mar, tomou-se uma banhoca prolongada na água gelada e leu-se.
Os níveis energéticos estão baixos, tão baixos que espero que amanhã aumentem com a repetição do programa.
31.5.13
d151
"A minha Igreja do futuro não tem portas. Só tem janelas para entrar muita luz. O resto são entradas. Ou estradas. Por onde se caminha e por onde se chega. Por onde se vai ao encontro e se vem ao encontro. A minha Igreja é umas mãos abertas, largas. Está ajoelhada diante do mundo, porque no mundo está Deus. Onde mais Ele podia estar! No céu trancado a sete chaves? Ele está onde deposita o Seu amor. Desconfio que vamos estar muitas vezes sozinhos na minha Igreja do futuro. Mas não estaremos a olhar para nós. Porque a minha Igreja não tem portas. Só tem janelas. Assim Deus entra como luz e sai como nós. Estou convencido que um dia as pedras das catedrais cairão quase todas. Mas vão permanecer as que sustentam os nossos altares e a nossa fé. Um dia ninguém vai querer entrar na minha Igreja, porque ela será o mundo, e no mundo já nós estamos."
Já disse ao Confessionário e repito aqui: a minha Igreja do futuro também é esta. Encontramo-nos lá?!
30.5.13
29.5.13
d149
28.5.13
d148
Todos nós andamos em busca de algo. Alguns de nós têm uma noção clara disso, pelo menos temos uma percepção consciente de que algo nos falta. Mas a maior parte do tempo e para a maior parte de nós, não passa de uma dor ligeira e de um vago desejo, que se mantém, tanto em épocas boas, como em tempos difíceis.
27.5.13
d147
O meu pinnie pod esteve avariado durante umas semanas mas hoje voltou à vida.
Ele é um instrumento importantíssimo para o meu equilíbrio e já não aguentava muito mais tempo sem as suas músicas, meditações e relaxamentos.
Um amigo ressuscitou-o e estou-lhe eternamente agradecida, fazia-me tanta falta!
d146
Fomos a pé até à Gulbenkian pela Avenida Duque de Ávila. Passámos no Vélocité mas não ficámos pois não íamos de bicicleta. Levámos a manta, o livro e o ipad e dormimos, lemos,vimos o jogo do benfica e apanhámos muito sol. Voltámos a pé rejuvenescidos com a certeza de que este foi programa a repetir.
26.5.13
d146
Fomos a pé até à Gulbenkian pela Avenida Duque de Ávila. Passámos no Vélocité mas não ficámos pois não íamos de bicicleta. Levámos a manta, o livro e o ipad e dormimos, lemos,vimos o jogo do benfica e apanhámos muito sol. Voltámos a pé rejuvenescidos com a certeza de que este foi programa a repetir.
d145
Há oito anos ela foi ao meu Crisma ainda dentro da barriga da Mãe e ontem chegou a vez dela. Não vou comentar o facto de uma criança ser crismada, apenas espero conseguir estar à altura da responsabilidade de ser sua Madrinha.
Ofereci-lhe um Anjo da Gratidão lindo e loiro como ela.
24.5.13
d143 e d144
Gostava de escrever sobre o lindo concerto da Ana Moura a que fomos há dois dias e sobre o intenso sonho que tive há três noites mas passo os dias numa formação intensa e de ritmo universitário e os serões numa sucessão de tarefas e compromissos. O ritmo só vai abrandar no Domingo.
Hoje o meu Pai faz anos!
Ontem pintei as unhas de cores berrantes e improváveis, para arriscar e "sair da caixa".
22.5.13
d142
Portanto, não é suficiente "ouvir" o outro. É preciso "escutá-lo", acolhê-lo internamente na revelação das suas palavras. Inácio parece intuir que é impossível acolher Deus, se, primeiro, não somos capazes de acolher o outro. Só assim, através das conversas espirituais, será possível ajudar as pessoas a tirarem maior proveito e a fazerem maiores progressos na sua vida de relação com Deus, com os outros e com o mundo."
21.5.13
d141
A nossa vida é alterada, ameaçada e tornada ainda mais frágil através dessa descoberta. Ao princípio, sentimos a náusea da morte, o sentimento desagradável da perda e da privação por que passamos, sempre que os relacionamentos se desfazem ou as expectativas são frustradas ou o que era fiel demonstra ser infiel. A este sentimento, segue-se a dor do luto, muitas vezes, à mistura com uma ira face a Deus, à vida, ao moribundo ou ao que morreu, ou ao nosso próprio corpo por nos deixar ficar mal. Dando cor a estes sentimentos, poderemos encontrar a amargura da culpa ou da vergonha por estarmos a morrer e implicados com esse terrível, mal-vindo e estranho tabu da morte. Todas as separações desencadeiam a ansiedade primária da traição, de nos sentirmos abandonados às forças nuas da natureza. Mas, ao lutarmos com o anjo terrível, descobrimos que ele não é um inimigo, mas um amigo. Um mensageiro de Deus, da vida, não da morte. À medida que surgem as nossas reacções complexas ao mensageiro, aparecem momentos felizes de pura imersão no vazio que é o Espírito. Então, vemos o vazio como a plenitude de potencial, uma abundância de vida que surge, um vazio que não temos que evitar.
Vemos isto, às vezes, nos olhos das pessoas que estão muito doentes ou a morrer. Nas profundezas da sua alma, elas testemunham os embates dos exércitos de sentimentos, que, sucessivamente, se retiram e se enfrentam novamente. Há momentos em que os olhos se enchem de uma paz e sabedoria que constituem uma bênção para todos os que os vêem. Aqueles a quem viemos consolar, consolam-nos. Aqueles que pensámos que seriam o objecto da nossa compaixão viram as coisas do avesso e são os nossos fardos da vida que são por eles aliviados.
Há uma forma de estar com alguém que está a morrer que permite evitar a armadilha de nos sentirmos estranhos e inúteis. É, simplesmente, ser um companheiro. Estar em contacto com a nossa própria mortalidade. Recordarmo-nos de que também nós estamos a morrer. Aprender com aqueles a quem estamos a servir. Por mais alheada que uma pessoa esteja, ela irá valorizar o companheirismo. Ser-se um companheiro verdadeiro e valioso, não nos afastando quando nos sentimos afastados, é o que está no coração da compaixão. É um fruto de estarmos confortáveis connosco mesmo. Ser companheiro de outra pessoa é viver a verdade de que o estar sozinho não é aquela solidão que, inicialmente, tememos que fosse. É, simplesmente, a condição de sermos a pessoa que Deus chama à existência: uma pessoa que, na sua mais profunda natureza, é amada e capaz de retribuir amor.
A arte do acompanhamento humano desenvolve-se na oração profunda. Meditar com outra pessoa é descobrir uma intimidade e amizade espiritual no silêncio que é inexplicável a outros níveis de relacionamento. As barreiras do medo e da formalidade desabam quando partilhamos o labor do silêncio interior. Em certos momentos, o estar verdadeiramente presente com os que estão a morrer depende de conseguirmos ultrapassar o centramento em nós próprios. Transcendê-lo significa buscar a impotência dentro de nós mesmos, essa que, instintivamente, evitamos e de que fugimos. Poderemos gostar de olhar esta "pobreza em espírito" a uma distância segura e marcar encontro com ela para mais tarde. Gostamos de ler textos sobre ela e de ouvir outras pessoas descrevê-la. Mas tudo fica em causa quando decidimos atravessar a fronteira da pobreza em pessoa, passando da terra da ilusão para o reino da realidade. Quando o fazemos, saboreamos as alegrias do Reino de Deus nesta vida."
20.5.13
19.5.13
d139
Saímos do carro e já pingava mas mesmo assim fomos caminhar na praia. Quinze minutos depois começou mesmo a chover por isso invertemos a marcha e acelerámos o passo. Ao chegar ao ponto de partida o sol apareceu, fizemo-nos de loucos e fomos tomar um banho no mar. Ainda secámos um pouco ao sol e ao vento e regressámos a casa revigorados e desejosos de um banho quente e de um almoço reconfortante.
Precisávamos de mais uns dias de descanso mas amanhã voltamos à luta. Não há grande problema, daqui a três semanas estamos de férias no Algarve outra vez!
18.5.13
d138
Caminhámos longamente pelo campo, atirámo-nos ao mar apesar do céu não estar muito azul, apanhámos sol numa esplanada e terminámos o passeio com a Missa de Pentecostes.
Neste momento esperamos que o soufflé venha do forno para mesa acompanhar uns excelentes bifes de vaca grelhados.
17.5.13
d137
"Perceber o essencial, distinguir o acidental, o que pode e não pode mudar, o que deve e não deve mudar..."
{A. Costa Silva}
O Espírito é este!
Com chuva de manhã, vento, nuvens e sol à tarde, não deixamos de passear longamente pela praia, de tomar banhos de sol e de esticar o corpo num puff a ler no terraço.
Só quando páro é que me apercebo de como estava tão cansada...
Só gostava de voltar com mais Espírito!












































